A tecnologia de digitalização 3D dá uma nova perspectiva ao aniversário do Apollo 11

August 15, 2019

Na história recente, poucas conquistas de criatividade e ambição humanas captaram a atenção coletiva tão amplamente quanto os primeiros passos na Lua, que este ano marca 50 anos desde que foram dados. As pessoas da época podem se lembrar exatamente onde estavam e como se sentiram quando viram Neil Armstrong descer a escada para pisar na superfície da lua em 21 de julho de 1969.

Em homenagem ao seu 50º aniversário, gostaríamos de falar sobre as digitalizações 3D recentemente lançadas pelo Instituto Smithsonian do módulo de comando Columbia do Apollo 11, que serviu de quartel para os três membros da tripulação: o comandante da missão Neil Armstrong, Edwin E. "Buzz" Aldrin, piloto do módulo lunar e Michael Collins, piloto do módulo de comando.

Utilizando um FARO® ScanArm, o Escritório de Digitalização 3D do Smithsonian digitalizou cuidadosamente seções do interior e exterior do Columbia. Para isso, os técnicos usaram sete técnicas de digitalização 3D diferentes e processaram os dados com o Autodesk para renderizar um modelo 3D totalmente imersivo.

Eles alcançaram resultados sem precedentes, em parte porque ninguém tinha visto muitos dos detalhes antes. Diane Zorich, diretora do Escritório do Programa de Digitalização do Smithsonian, diz: "Você não pode entrar ali. Nem mesmo o curador [do museu] está autorizado. Por isso, até digitalizarmos o interior, ninguém percebeu a sua complexidade”.

As digitalizações 3D de alta qualidade revelaram algumas surpresas. Acontece que os astronautas se dedicaram ao "graffiti científico". Os técnicos descobriram cálculos, notas... até mesmo uma ode ao Columbia escrita por Collins: "O melhor navio para navegar".

A oportunidade de examinar um artefato tão importante na história norte-americana revela um tesouro de informações educacionais e de pesquisa. Coloca literalmente o espectador noutro momento da história.

Imagine um adolescente vivendo em 2019 imerso em um ambiente onde tudo é analógico, começando a entender a capacidade da humanidade de se impulsionar além do que se pensava ser possível, e então olhar adiante e pensar no que está por vir.      

A digitalização do módulo de comando é apenas um exemplo de como a emergente tecnologia 3D está permitindo que os museus ofereçam uma experiência diferente aos visitantes virtuais. Agora, as pessoas de quase qualquer lugar do mundo podem experimentar e aprender da história sempre que quiserem. Os visitantes do site da Apollo 11 podem até mesmo baixar modelos prontos para impressão 3D para criar suas próprias cápsulas, estudar dados brutos para entender como as visualizações foram desenvolvidas, ou entrar no módulo através de downloads prontos para RV.   

Não há dúvida de que a tecnologia de digitalização 3D é uma ferramenta valiosa para os museus. Ele permite que os artefatos escaneados sejam acessíveis a muitos públicos de uma forma que não seria possível se eles só pudessem ser vistos atrás de uma barreira. 

Você deseja saber como eles escanearam o Columbia? Veja o vídeo abaixo (em inglês).

(Imagens de digitalização por cortesia do Escritório do Programa de Digitalização do Smithsonian)

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